Experiência, ciência e cuidado no tratamento do estrabismo

Dra. Marcela Barreira

O estrabismo vai muito além de um desalinhamento dos olhos. Trata-se de uma condição que pode comprometer a visão binocular, a percepção de profundidade, o desenvolvimento visual infantil e, muitas vezes, a autoestima e a qualidade de vida de crianças e adultos.

Por isso, a Dra. Marcela Barreira direcionou sua carreira para uma atuação altamente especializada no diagnóstico, acompanhamento e tratamento clínico e cirúrgico do estrabismo, dedicando-se ao estudo dos movimentos oculares, da visão binocular e das doenças neurológicas que podem interferir no alinhamento dos olhos.

Sua formação reúne alguns dos principais centros de excelência do país. É graduada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), realizou residência médica em Oftalmologia no Hospital Angelina Caron, obteve o título de especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e foi aprovada pelo International Council of Ophthalmology (ICO).

Dra. Marcela realizou sua Especialização em Oftalmopediatria e Estrabismo na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), seguido por sua segunda especialização em Neuroftalmologia na Universidade de São Paulo (USP). Essa combinação de especializações permite uma avaliação mais abrangente de casos complexos, especialmente quando alterações do alinhamento ocular podem estar relacionadas a doenças neurológicas.

Atualmente, é Chefe do Setor de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) e realiza suas cirurgias em hospitais de referência em São Paulo, como Hospital Sírio-Libanês, Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital 9 de Julho.

Além do estrabismo e da cirurgia de estrabismo, sua atuação contempla o acompanhamento da miopia infantil, tratamento da ambliopia, alergias oculares, erros refrativos, consulta neonatal, catarata e glaucoma congênitos, obstrução do canal lacrimal e demais doenças oculares. Dra. Marcela também atende adultos em suas especialidades.

Planejamento e precisão para cada paciente

A cirurgia de estrabismo evoluiu significativamente nas últimas décadas. Atualmente, o tratamento é planejado de forma individualizada, permitindo ao cirurgião escolher a técnica mais adequada para cada paciente.

Dependendo das características do estrabismo, podem ser utilizadas abordagens minimamente invasivas, incisões menos aparentes, suturas ajustáveis e diferentes técnicas de reposicionamento dos músculos oculares, sempre com o objetivo de proporcionar o melhor alinhamento ocular possível com segurança.

Hoje não se fala mais em “uma cirurgia para estrabismo”. O planejamento considera:

  • idade;
  • tipo de desvio;
  • visão binocular;
  • ambliopia;
  • função muscular;
  • exames sensoriais;
  • cirurgias anteriores;
  • presença de doenças neurológicas.

Esse conceito é enfatizado pelas diretrizes da AAO (The American Academy of Ophthalmology) e representa a prática contemporânea da especialidade.

Formação

  • Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (UFPR)
  • Residência Médica em Oftalmologia — Hospital Angelina Caron
  • Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)
  • Aprovação no International Council of Ophthalmology (ICO)
  • Especialização em Oftalmopediatria e Estrabismo — Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Especialização em Neuroftalmologia — Universidade de São Paulo (USP)
  • Chefe do Setor de Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba (BOS)
  • Atuação cirúrgica em hospitais como Sírio-Libanês, Israelita Albert Einstein e 9 de Julho, na capital paulista.